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Karen Soarele: novo nome e novo blog!

21 fev

Não é a primeira vez que anuncio o fim deste blog, mas agora eu asseguro: é definitivo! Criei um novo blog para substituí-lo, agora com domínio e hospedagem próprias. Finalmente!

No blog novo, copiei uma dúzia de posts daqui, atualizei outros… e vou prosseguir atualizando. Para conhecer o blog, e saber porque de agora em diante você deve me conhecer como Karen Soarele, clique:

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Musiquinha!

31 jan

Da série “Pérolas que não devem cair no esquecimento”, um música que eu fiz quando tinha uns 8 ou 9 anos, enquanto cantava no chuveiro. É tosca e tem erros de concordância, mas eu não tenho vergonha de mostrar:

Conheci uma fada
Uma fada encantada
Ela era contemplada
Com o poder de ser amada

Um dia assim
Quando eu vim
Ela estava aqui
Cuidando de mim

Ela é mãe do meu irmão
Meu irmão do coração
Ela gosta muito dele
Mas não faz diferença, não

Para ela são iguais
Os filhos que à vida ela traz
E não tem comparação
De irmão pra irmão

Coraçãozinho-esse-dois-esse-dois 🙂

Perseverança

23 jan

per.se.ve.ran.ça
sf (lat perseverantia) Qualidade de quem persevera; constância, firmeza, pertinácia. Antôn: inconstância. (www.michaelis.uol.com.br)

Apesar de muitas vezes não parecer, perseverança é uma palavra forte. Para mim, ela soa forte. É uma forma de esperança, mas não a de quem espera de braços cruzados; se possível, sentado. É o equilíbrio perfeito entre fé e ação.

Eu sou uma sonhadora. Não no sentido pejorativo da expressão, eu sou uma pessoa que sonha com um futuro de realizações. Realizações, estas, possíveis de serem alcançadas, mas que exigem certo esforço. É por isso que, quando me perguntam a quantas andam meus projetos, eu logo digo que estou sendo perseverante.

Um desses projetos, quem me conhece já sabe, é terminar de escrever e publicar meu livro de aventura infanto-juvenil. Ao ouvir isso, alguns abrem logo um sorriso e me perguntam quando vou publicá-lo. Outros quebram o contato visual e dizem que escrever um livro é uma tarefa muito difícil, e que dificilmente fica bom.

Aos que acreditam em mim, muito obrigada. Infelizmente, não sei quando nem se ele será publicado. É claro que quem escreve um livro pretende publicá-lo, mas isso é uma questão que não depende só de mim. A boa notícia é que deve ficar pronto por Julho! Quanto aos que duvidam, peço humildemente que reconsiderem. Minha perseverança inclui trabalho duro, ler, perquisar, fazer, refazer e “trefazer”. Por mais que todos concordem que é um feito difícil, quem é sábio o suficiente para me julgar incapaz? Na minha opinião – e dificilmente ela será mudada – todo trabalho feito com o coração é um trabalho bem feito. E, se mesmo assim por algum motivo não dê certo, a experiência não é prêmio de consolação, é um prêmio real. Afinal, a prática sempre leva à perfeição ao aprimoramento.

Eu sou uma sonhadora, mas sou uma sonhadora com o pé no chão: não espero enriquecer vendendo livros. Além disso, sei que raramente o primeiro livro que uma pessoa escreve fica realmente bom, mas, acreditem no que digo, a lógica não permite que se escreva o segundo sem escrever o primeiro, e ela não abre exceções. Além disso, mesmo que o resultado do meu trabalho seja um livro ruim, ele será o meu livro, e essa é uma grande realização, por si só.

Não por estes motivos, mas por fatores inerentes meus, além da continuação do primeiro livro, eu já tenho a ideia quase pronta de mais duas histórias diferentes, volumes únicos. Escrever leva tempo, por isso as ideias estão na gaveta, mas não pretendo que fiquem lá por muito tempo. Até o final do ano – depois que eu terminar este primeiro livro e tiver entregado meu artigo para concluir a pós-graduação – espero começar a escrever.

Por hora, continuo o que estou fazendo. Passei dez agradáveis dias na praia, onde pude adiantar um pouco a história atual. Escrevi, inclusive, um capítulo recheado de cenas de ação, que ficou muito melhor do que imaginei que ficaria. Surpreendi a mim mesma! Não existe satisfação melhor – e mais difícil de alcançar – do que essa.

Pra isso servem os irmãos!

1 jan

Quando eu era pequena, nós morávamos longe da cidade e meus pais chamaram uma empresa para cavar um poço artesiano na nossa casa. Todo dia a máquina tirava do buraco uma terra argilosa, depositando-a ao lado. Em pouco tempo, ali tinha uma montanha de argila.

Naquela época eu gostava de subir em cima da casa, que tinha telha de barro, e da lavanderia, que era de eternit. Certa vez, eu estava em cima da lavanderia, quando meu irmão atirou em mim uma generosa bola de lama. Eu esquivei e ele logo mandou outra. Foi bem divertido ficar fugindo das consecutivas bolas de lama, até que pisei de mal jeito e a telha quebrou. Me estatelei no chão, lá embaixo!

Foi uma choradeira, mas, por sorte, não me machuquei. Meu irmão falou pra eu correr e me esconder dentro de um anel de poço (pra quem não sabe, é isso aqui: link, tem 1,20 de diâmetro), e enquanto isso ele escondeu as telhas quebradas. Será que a gente pensou que nossa mãe não ia perceber o ROMBO no telhado da lavanderia??

Não sei porque, mas naquele dia não apanhamos. Nem tomamos bronca, nem nada. Acho que a queda já tinha sido uma punição suficiente pra ficar pulando em cima de telhado! Garanto que eu nunca mais fiz isso.

Livro: Amor em São Petersburgo

27 dez

Não dei muita moral para esse livro quando minha mãe o comprou e me deu. Tudo bem, eu também não tinha dado moral pro Harry Potter no início e, por fim, adorei.

É esquisito o preconceito que nós temos em relação às coisas! Ao ver qualquer livro com “amor” no título, a primeira coisa que me viria na cabeça era uma história de triângulo amoroso, cheia de reviravoltas, com o casal ficando junto só no finalzinho, estilo novela da globo. Agora não pensarei mais assim, depois conhecer Heinz Konsalik.

A história se passa na Rússia, tendo início pouco antes do estopim da Primeira Guerra Mundial, e termiando após a Revolução. O casal ao qual o “amor” do título se refere não sofre com uma malvada que quer separar os dois, nem com intrigas e joguinhos de ciúmes, pelo contrário, desde o primeiro momento se apaixonam e essa paixão em nenhum momento é posta em dúvida.

Então, qual é o problema? A questão é que o rapaz é alemão e a moça, russa. Para complicar, ele é tenente e ela é filha de um respeitado general, senhor de muitas terras e amiguinho do czar. Eles querem se casar, mas a guerra está para estourar, sendo que Alemanha e Rússia estão em lados opostos…

Um livro bem interessante, que me fez correr para a Wikipédia, depois de lê-lo. Queria saber onde ficavam as cidades citadas, e quais pessoas realmente existiram. Me senti enganada pelo jogo War, quando descobri que Vladivostok fica pertinho da Coréia, bem longe do Estreito de Bering!

Bariloche, Argentina (parte 3/3)

3 out

UMA NOVA AMIZADE

Eu já conhecia a Ariadne antes, ela era minha colega da escola, mas não a conhecia profundamente. Naquela viagem, nos tornamos unha e carne. Conversamos bastante, contamos nossos problemas, nossos segredos, demos conselhos uma à outra, e vivemos a melhor noite de todos os tempos. Ela é uma pessoa incrível! Infelizmente, quando voltamos ao Brasil, foi como se acordássemos de um sonho. Até tentamos sair juntas e tudo mais, mas gostávamos de ir a lugares diferentes e de sair com pessoas diferentes, e acabamos nos distanciando. Mas aquela noite valeu por todas!

Era o último dia em Bariloche, na manhã seguinte entraríamos no ônibus de volta a Buenos Aires, e então no avião para o Brasil. Ninguém aguentava mais ouvir música argentina, e queriam ir a uma rave. Eu era exceção: gostei tanto das músicas que até comprei um CD, mas topava ir a qualquer festa. Com a intenção de fechar com chave de ouro, as guias da excursão decidiram agradar, e nos levaram a um novo lugar.

Chegando lá, tivemos uma surpresa: fomos recebidos por um estranhíssimo travesti! (me perdoem, travestis, mas vocês não fazem parte da minha realidade, e eu continuo achando esquisito…) Usava um vestidinho rosa e rodado, que parecia de princesa, não fosse o seu cumprimento, no meio da coxa. O cabelo era muito loiro e comprido, e ele, ou ela, entregava balinhas aos visitantes.

O interior do salão estava completamente deserto, com exceção de vários travestis. Todos eles ofereciam balas, enquanto um DJ agitava uma pista de dança vazia. Ficamos ali por algum tempo, esperando que mais gente chegasse, mas éramos, realmente, só nós. Em um dado momento, um grupo de meninos da excursão começou a se comportar de modo estranho, depois ouvi falar que estavam usando lança-perfume. Foi nessa hora que as guias decidiram levar todo mundo embora daquele lugar esquisito. Um alívio.

No ônibus, todo mundo reclamava da noite decepcionante. Queriam ir para outra boate, mas as guias disseram que, como tínhamos combinado de ir para aquela festa, elas não haviam agendado nenhuma das boates principais. Como todos da excursão usávamos uma pulseirinha que nos tinham dado no dia em que chegamos a Bariloche, que servia para entrar nas cinco boates (By Pass, Genux, Cerebro, Grisú e Rocket) durante a semana que ficamos na cidade, algumas pessoas brincaram, dizendo que iam sair do hotel e ir a pé até a Cerebro, que ficava a apenas duas quadras, e entrar com a pulseira. No final, desistiram da ideia e decidiram ir a uma pizzaria ali perto.

Eles desistiram da ideia, mas Ariadne e eu, não.

*

TCHAU, TCHAU, EXCURSÃO!

Fizemos uma horinha no hotel para disfarçar, e depois saímos pra rua. Passamos em frente à tal pizzaria onde todo mundo estava comendo e fomos para a Cerebro. Na porta tinham três seguranças, e eu pensei que seríamos barradas. Mas a Ariadne é uma ótima atriz! Ela chegou na frente dos seguranças, olhou pro letreiro acima da cabeça deles, apontou com a mão onde estava a pulseirinha e leu, devagar como uma criança “Ce-re-bro”, olhou para mim e disse “é aqui mesmo, Karen, vamos entrar”, como se nossa excursão estivesse lá dentro. Eles não entenderam nada do que ela disse, e um olhou para o outro com uma cara de quem não sabe o que fazer. Então ela me puxou pela mão e nós duas entramos, sem nem olhar para a cara dos seguranças.

Já passava e muito de meia-noite, por isso não pudemos ver o show de lasers, mas isso não fez falta. Como não precisávamos pegar o ônibus às 4, ficamos até as 7 da manhã. Descobrimos que depois das 4 a boate começava a tocar música brasileira, e ficamos dançando com dois argentinos. Era engraçado, porque a gente podia fazer qualquer “passinho pra frente, passinho pra trás” que eles achavam que a gente estava abalando! A Ari ficou com o argentino dela, o que foi ótimo, já que ela precisava esquecer o ex-namorado, mas eu só enrolei o meu argentino. Ele não deve ter gostado muito disso, hehehe.

Quando saímos da Cerebro, o céu estava muito claro, mas não tinha sol. Era um céu branco esquisito. Fomos a um café tomar um chocolate quente e fizemos as últimas compras na cidade (compramos muito chocolate!). Quando estávamos entrando no hotel, a guia estava saindo. Pensei que ela fosse reclamar, mas tudo o que me disse foi um simpático “bom dia”. Ariadne e eu subimos as escadas e foi cada uma para seu quarto.

Cinco minutos depois, a guia ligou no telefone do meu apto, onde minhas três colegas de quarto ainda dormiam. Ela disse que estava nevando, e me chamou para ver. Como nunca tinha nevado na cidade enquanto estávamos ali, desci correndo e encontrei a Ariadne no hall. A cidade estava toda branca, com uma camada de 20 cm de neve. Parecia cena de filme, a cidade do Papai Noel. Neve branquinha e macia, caindo em pequenos flocos e cobrindo casas e carros. Fascinante.

Este foi o último dia de uma viagem inesquecível.

Bariloche, Argentina (parte 2/3)

29 set

Continuando minhas aventuras em Bariloche…

DIVERSÃO: ESQUIAR

Mas não apenas de boates vive Bariloche! Durante o dia fizemos vários passeios. De todos, o que mais gostei foi ir esquiar. Eu nunca tinha feito isso antes, e descobri que é uma sensação maravilhosa! O chato foi que o lugar onde nos levaram era pequeno. Eu tinha que esquiar em direção a um lugar abarrotado de gente, e depois subir a pé um pequeno morro cheio de neve, para poder descer de novo.

O problema não é subir a pé. O problema é que, quando você está usando esqui, você não pode dar passos normais. Tem que virar de ladinho e ir andando sem cruzar as pernas, que nem velha subindo escada, o que demora um tempão. Também tem a opção tirar os esquis e carregá-los ladeira acima, mas essa é ainda pior do que a primeira. Tirar já dá trabalho, carregar, então… Pense bem: é um par de esquis mais um par daquelas varetas, cada um deles mede a altura do seu ombro. Isso no gelo, com luvas nas mãos. Chegando lá, você ainda tem que pôr o esqui de volta no pé, correndo o risco de se desequilibrar e descer a montanha rolando.

Apesar das dificuldades, eu amei a experiência. Quando todos os outros já tinham cansado e estavam sentados na neve conversando, eu ainda subia e descia, subia e descia, subia e descia feliz da vida, até a hora de ir embora. Aí começou um problemão: o teleférico que descia a montanha apresentou defeito. O tempo todo ele parava de funcionar, e tivemos que esperar por horas. Começou a anoitecer, ventava, caía neve e caía a temperatura. Todo mundo ficou doente naquele dia e muitos decidiram não ir esquiar de novo no dia seguinte. Mas eu fui!

Bariloche, Argentina (parte 1/3)

20 set

Como prometido, vou falar das viagens legais que já fiz. Decidi começar por Bariloche, pois é uma das viagens mais antigas de que me lembro bem. Como o post ficou grande demais, resolvi dividi-lo em 3 partes, esta é a primeira.

*

ÉPOCA DE BADALAÇÃO

No ano em que fiz 15 anos, meu pai me perguntou se eu ia querer ganhar uma festa de debutante ou uma viagem internacional. Não pensei duas vezes e fui numa excursão para Bariloche, Argentina. Como eu era uma adolescente maluca, adorei a viagem! Conheci várias boates diferentes, esquiei pela primeira vez e fiz uma grande amizade.

Naquela época eu gostava de farra. Tudo começou quando eu tinha 14 anos e conheci o “Domingo Teen” em uma casa noturna de Campo Grande. Era uma festa que acontecia todo domingo, das 18 às 23 horas, onde não havia bebida alcoólica, e só podiam entrar pessoas de 10 a 17 anos. Passei a ir sempre com minhas amigas, nós dançávamos, bebíamos Coca-Cola e encontrávamos a galera. No fim da festa, quando o lugar fechava e todo mundo era posto pra fora, os meninos brigavam lá na frente, clã contra clã, e todo mundo ficava pra assistir. A gente achava engraçado, mas hoje eu vejo que era um problemão! Deve ser por isso que o Domingo Teen não durou muito tempo…

Como as festas teens passaram a ser escassas, minhas amigas e eu começamos a frequentar baladas adultas. Todo sábado bebíamos cerveja, conhecíamos rapazes muito mais velhos, voltávamos pra casa ao nascer do sol. Graças a Deus nada nunca nos aconteceu! Eu não sou uma pessoa religiosa, mas com tantos casos de drogas, estupro e prostituição, só Deus mesmo pra ter evitado que algo ruim nos acontecesse. Tenho dito que, no dia em que eu tiver uma filha, ela vai ir todo dia de casa pra escola e da escola pra casa, e vai passar o fim de semana inteirinho em casa, assistindo Cartoon Network, que é para não fazer todas as maluquices que eu fiz! Hahaha.

*

AS BOATES

A viagem a Bariloche foi o meu Woodstock. Assim como o Woodstock marcou o ápice e declínio do Flower Power, esta viagem marcou o ápice e o declínio da minha vida boêmia. Lá estão as maiores e mais legais boates que já conheci. Cada uma com uma temática diferente: a By Pass tinha decoração romana, a Genux parecia uma nave espacial, a Cerebro exibia, exatamente à meia-noite, um show de lasers. A Grisú foi a que mais gostei, é como se eu estivesse dentro de uma mina de carvão, os corredores formavam um labirinto. Certo momento eu estava num mezanino, e queria descer para a pista de dança. Andei, andei e não conseguia encontrar o caminho!

A última, que também gostei muito, foi a Rocket. Como o nome sugere, ela era em forma de foguete. A boate era mais alta do que larga, possuía vários bares, pistas e mezaninos, e, de onde você estivesse, podia ver quase todas as áreas. Nesta nós fomos duas vezes.

As boates estavam inclusas no pacote e, assim que você entrava, ganhava um vale-balde. O balde era um copo gigante (do tamanho de um balde!), cheio de uma bebida aleatória. Eu digo aleatória porque você entregava o vale ao barman e ele fazia uma mistura qualquer, jogava um punhado de canudinhos dentro e te entregava. Cada vez vinha de uma cor diferente! Aí todo mundo dividia, e cada pessoa bebia de vários baldes em uma mesma noite. A primeira vez que pedi o meu, vi uma placa bem grande que dizia: “não vendemos bebidas a menores de 18 anos”. Apesar disso, ao dar o primeiro gole fiquei completamente zonza. Então dei uma bela risada. Afinal, naquela balada pelo menos 50% das pessoas eram menores de idade!

Como um balde era suficiente pra maioria das pessoas, e lá fora era muito frio, a única coisa que tínhamos que levar para as boates eram 2 pesos, para deixar o casacão no guarda-volumes. Lá tocava música eletrônica e música argentina, e o ônibus da excursão partia para o hotel às 2, às 3 e às 4 da manhã. Eu sempre pegava o último.

*

Continua no próximo post 🙂

Sentido Literário

5 set

Olá! Sei que prometi falar sobre minhas viagens, mas antes quero contar uma novidade!

Esses dias, alguns amigos tiveram a ideia de criar um pequeno grupo de escritores (profissionais e amadores), que se reuniria todo domingo para fazer alguma atividade relacionada à escrita. Assim, ao mesmo tempo que nos divertiríamos juntos, quebraríamos a cabeça para desenvolver nossa criatividade.

Demos ao grupo o nome de “Sentido Literário”, e ele está sendo um sucesso! No primeiro encontro, escrevemos três contos colaborativos, e hoje tivemos nosso segundo encontro, no qual criamos seis tirinhas. São apenas exercícios, mas o resultado tem sido bem interessante!

Para conhecer nosso grupo e ler o que já escrevemos, visite o blog: www.sentidoliterario.wordpress.com.

Viagens

2 set

Minha memória é ruim, isso é fato. Mas, mesmo para uma memória ruim, existem momentos tão incríveis, tão extraordinários, que são impossíveis de esquecer.

Ver o contra-luz do Sol no Morro do Pico pouco antes de aterrissar em Fernando de Noronha, subir no teleférico após esquiar nas ladeiras brancas do Vale Nevado, ler a história da Vênus de Milo enquanto a admiro pessoalmente, no Louvre. Estes são alguns dos momentos mais emocionantes que já vivi nas viagens que tive a oportunidade e o prazer de fazer. São lembranças tão íntimas e tão preciosas que não devem ser guardadas só para mim, elas merecem ser divididas. É por isso que decidi falar no meu blog sobre os lugares que visitei e as impressões que tive.

Em breve farei o primeiro post!